Freeboard
Por RAFAEL SCHRAMM
Publicado em 30/08/07

 O Freeboard foi concebido para recriar, em ruas e pistas, todas as manobras e passadas de um snowboard. A leveza de seus movimentos faz com que seu praticante sinta-se desbravando montanhas e cada vez mais inspirado e a vontade para criar suas linhas com o mesmo feeling de um snowboard, se divertir e descontrair em ruas e pistas em qualquer lugar.

O fascínio que alguns esportes contemporâneos - os esportes de ação - exercem sobre os jovens, aliado a total sensação de liberdade e independência que o Freeboard promove, faz com que o produto seja muito bem visto por todos, mesmo os não praticantes.

Esses últimos, ao presenciar ou mesmo assistir em vídeo, até se sentem compelidos a também praticá-lo. Atendo-se ao aspecto mais técnico desse equipamento, as rodas externas do Freeboard simulam as bordas de um snowboard, enquanto que as duas rodas centrais têm giro de 360º, simulando uma quase total falta de aderência, uma quase isenção de atrito com o solo, a exemplo do que ocorre com o snowboard quando em contato com a superfície escorregadia da neve.

Como no snowboard e em outros esportes com prancha, no Freeboard é muito importante colocar pressão nas bordas para se fazer as curvas. Com o Freeboard não é necessário sair de nosso grande país tropical para sentir essas mesmas emoções com uma forte adrenalina. É só pegar sua prancha livre e sair pelas pistas e ladeiras de sua cidade para curtir um Freeboarding todo o dia, o ano inteiro.

Um pouco da historia do Freeboard

Há dez anos, em 1997, o snowboarder  brasileiro César Henrique Sitta dava suas primeiras manobras no snow. Ambos obcecados por trazer a fluidez do snowboard para o asfalto, em épocas ou em cidades sem neve, criam um protótipo: o Freeboard. A prancha realmente inova. Parecida com um skate longboard, ela conta com seis rodas que operam juntas reproduzindo as manobras do snow, inclusive ao frear girando, até 360º, ou dando fortes cavadas. Isso acontece porque no topo do deck há um encaixe para os pés que permite o controle da prancha. “A movimentação é exatamente como a do snow. As rodinhas centrais simulam a falta de atrito do gelo”, explica César. A Freeboard é vendida hoje em mais de 20 países. “Não há mais temporada sem snowboard, e essa pode ser uma nova categoria de esportes radicais”, acredita o fabricante.

 
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