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| Gustavo Camarão teve a sorte de estar no Tahiti dia 1º de novembro de 2007 quando bateu um inesperado swell que lhe rendeu o registro da bomba surfada por Shane Dorian e, futuramente, o prêmio de Melhor Onda do Ano no XXL, além de outras duas indicações. |
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| Para ver os vídeos indicados ao xxl acesse: www.billabongxxl.com/ |
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| Shane Dorian no Tahiti, prêmio de Melhor Onda do Ano. |
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Além de ter vencido a principal categoria do XXL com a imagem do Dorian, você ainda conseguiu o 2º e o 4º lugar colocando ao todo três filmagens entre as cinco melhores. Você esperava um resultado tão bom quanto esse?
No início não, pois eu nem queria mandar as ondas para concorrer porque deviam ter uns 10 cinegrafistas, no mínimo, filmando aquele dia. Só resolvi mandar depois de ver em fevereiro as ondas que estavam competindo. Não tinha nenhuma realmente boa do BIG DAY, e eu estava em um ângulo privilegiado, foi isso que fez a diferença. Daí vi que tinha chances, pois quando mandei as imagens o Bill da Billabong ficou impressionado. Ele tinha oito ângulos diferentes da onda do Shane Dorian e não tinha visto o desfecho dela, assim como a do Manoa e Ian Walsh.
Fale um pouco sobre essa trip do Tahiti que lhe rendeu essas imagens.
Foi a melhor que já fiz até hoje, foi uma máquina de ondas boas e grandes. Fui com o Vitor Farias, Rodrigo Koxinha, o shaper Akiwas e Heitor Pereira. Depois chegaram os bodyboarders J. Otavio e Thiago Vilela e nosso amigo David Chaloub. |
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| Manoa Drollet, Tahiti |
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Chegou a passar alguma roubada?
Não, essa trip foi bem tranqüila, fiquei na mesma casa que o Vitor, Koxa, Heitor e Akiwas. Eles são muito amigos de uma família taitiana que os hospedam lá. Agora eu acho que faço parte dela também (risos). No que eu precisava em questão de alimentação, eles bancavam tudo. A galera foi bem maneira comigo.
Quais foram os destaques brasileiros e gringos na água?
Cara, os brasileiros mandam muito bem, só não mandam melhor porque existe um localismo forte. O Brasil não oferece ondas que eles tenham interesse em surfar, então não há uma troca, como acontece entre havaianos, taitianos e australianos. Não dá pra enumerar os destaques, altas ondas foram surfadas esse dia. Mas a maior insanidade foi a do Garret, sem comentários. O detalhe é que o Raimana tirou um tubo gigantesco nessa onda.
Você acredita que o bicampeonato da Maya incentivará outras garotas a surfar ondas grandes?
Não, a Maya é uma em mil. |
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| Ian Walsh, Tahiti |
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Como vê atualmente o mercado internacional e nacional de filmes de surf?
No Brasil não é muito bom e lá fora não sei, porque nunca exportei filmes.
Fale dos projetos para 2008?
Estamos lançando agora no início de maio o SHOW QUE! Um vídeo diferente, será uma competição de 16 atletas que o público vai escolher as melhores performances. Também tem um filme de bodyboard que vai se chamar INAQREDITAVEL! Pois nenhum bodyboard acredita que um dia lançaremos um vídeo. Para o final do ano vamos lançar o –Q21, que é com a nova geração brasileira. Tem outro de bodyboard que será da vida de José Otavio e do Dudu Pedra, que são dois locais muito casca- grossa de Itacoatiara.
Quais seus 10 vídeos de surf preferidos?
Surf no Havaí é o campeão absoluto. Vi mais de mil vezes (gargalhadas). Rick Kane foi ídolo de uma geração, de quebra ainda pegou a Kiane, que deve ser a única havaiana gata da história... Os outros são: What´s really going on e wrong; Progression session; Focus; Momentum 2; Drifting; No friends 4; ABC; Foqueiu Too, esse aí supera o surf no Havaí (risos). Não lembro mais de outros... |
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| Shane Dorian, Tahiti |
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