5 - Tem uma galera nova que está vindo com tudo. Você acredita que logo teremos uma troca de guarda no mundial?
Acho que a troca já está começando, mas não será de uma vez. Vai ser pouco a pouco. O tour é difícil e cansativo, tem de estar com tudo ok e algumas coisas só vêm com muito trabalho e experiência. Mesmo assim tem vezes que não dá certo.
6 - Você é o melhor brasileiro do ranking antes da etapa de Fiji. É muita pressão se manter entre os top16?
Não, não existe pressão, existe sim muita vontade e determinação para fazer o trabalho da melhor maneira possível e para que os planos sejam alcançados.
7 - O dream tour 2008 apenas começou. Apesar do Kelly ter caído no round 3 em Teahupoo, parece que está instigado de novo, não acha?
Ele sempre está instigado. O tour é a vida dele, só que às vezes dá um tempo para aliviar a cabeça. Ele sempre vem com tudo e vai administrando seu foco. Este ano está na pilha do título.
8 - Dizem as probabilidades que você irá encontrá-lo bastante nas baterias iniciais das próximas etapas. O que acha disso?
Eu tenho que tirar proveito e procurar adquirir experiência com as situações, olhar com positividade. Evoluir competindo com ele e, é claro, buscar a vitória, que está cada vez mais perto.
9 - Sente dificuldade em surfar alguma onda do tour?
Conhecer e surfar todas as ondas do WCT fez parte da minha preparação e ainda faz, pois busco surfar ao máximo as ondas do circuito. Pipe não chega a ser uma dificuldade, mas é uma onda que estou estudando e trabalhando bastante, pois não é como Teahupoo e outras que você consegue treinar. Mas estou conhecendo-a e cada vez mais confiante. Sinto que evoluo a cada temporada.
10 - O que tem achado dos brasileiros que integram a elite?
Acho que somos um grupo forte, bem focado e com vontade de se dar bem. |